08 abril 2011

John Piper – Para que você precisa nascer de novo?

1. Sem o novo nascimento, não teremos a fé salvífica, mas apenas incredulidade (Jo 1.11-13; 1 Jo 5.1; Ef 2.8-9; Fp 1.29; 1 Tm 1.14; 2 Tm 1.3).
Quando Deus nos faz nascer de novo, a fé salvífica é despertada, e somos unidos a Cristo. “Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo é nascido de Deus” (1 Jo 5.1). O versículo não diz: será nascido de Deus. Antes, diz: é nascido de Deus. Nossa primeira fé é a centelha de vida que vem por meio do novo nascimento.

2. Sem o novo nascimento, não seremos justificados, e sim condenados (Rm 8.1; 2 Co 5.21; Gl 2.17; Fp 3.9).
Quando o novo nascimento desperta a fé e nos une a Cristo, somos justificados – ou seja, somos tornados justos – por meio da fé. “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5.1). O novo nascimento desperta a fé, que olha para Cristo a fim de obter justiça, e Deus nos imputa a justiça fundamentado apenas em Cristo, tão-somente por meio da fé.

3. Sem o novo nascimento, não seremos filhos de Deus, e sim filhos do diabo (1 Jo 3.9-10).
Quando o novo nascimento desperta a fé e nos une a Cristo, todos os obstáculos legais que nos impediam de ser aceitos por Deus são removidos por meio da justificação. Assim, Deus nos adota em sua família e nos conforma à imagem de seu Filho. “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus” (Jo 1.12-13). Nascemos de novo, da parte de Deus, não da vontade do homem. Cremos em Cristo, e O recebemos, e Deus nos torna seus herdeiros legais e seus filhos espirituais.

4. Sem o novo nascimento, não produziremos frutos de amor por meio do Espírito Santo, produziremos frutos de morte (Rm 6.20–21; 7.4–6; 15.16; 1 Co 1.2; 2 Co 5.17; Ef 2.10; Gl 5.6; 2 Ts 2.13; 1 Pe 1.2; 1 Jo 3.14).
Quando o novo nascimento desperta a fé e somos unidos a Cristo, e toda a condenação é substituída pela justificação, e o Espírito de adoção entra em nossa vida, Ele produz o fruto do amor. Considere Gálatas5.6: “Em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão têm valor algum, mas a fé que atua pelo amor”; e 1 João 3.14: “Nós sabemos que já passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos”. Onde existe novo nascimento, existe amor.

5. Sem o novo nascimento, não teremos a alegria eterna na comunhão com Deus; pelo contrário, teremos miséria eterna, juntamente com o diabo e seus anjos (Mt 25.41; Jo 3.3; Rm 6.23; Ap 2.11; 20.15).
Finalmente, quando o novo nascimento desperta a fé, nos une a Cristo (que é a nossa justiça) e outorga o poder santificador do Espírito Santo, estamos no caminho estreito que conduz ao céu. E o auge das alegrias celestes será a eterna comunhão com Deus. “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17.3). O clímax da alegria de nossa nova vida é o próprio Deus.

Tudo isso é o que perderemos se não nascermos de novo. A razão por que temos de nascer de novo não é somente que sem o novo nascimento estamos mortos, mas também que sem ele perdemos para sempre tudo que é bom. Foi por isso que Jesus disse: “Importa-vos nascer de novo” (Jo 3.3, 7).

Por John Piper © Desiring God. Website: desiringGod.org
Resumo extraído da Parte 2 (capítulos 3 e 4) do livro Finalmente Vivos, com trechos do mesmo.
Disponibilizado por: Editora Fiel

06 abril 2011

David Wilkerson - Um Chamado Para a Angústia

John Piper - Não Desperdice Sua Vida.wmv

John Piper – 10 motivos porque você precisa nascer de novo


1. Estamos mortos em delitos e pecados (Ef 2.1-2).
Estamos mortos no sentido de que não podemos ver a glória de Cristo e experimentá-la. Estamos espiritualmente mortos.


2. Somos, por natureza, filhos da ira (Ef 2.3).
Não são as minhas ações, nem as circunstâncias, nem as pessoas em minha vida. A minha natureza é o meu problema pessoal mais profundo. A verdade não é que no começo eu tinha uma boa natureza, depois fiz coisas ruins e consegui uma natureza má. “Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe” (Sl 51.5). Nossa natureza é tão rebelde, tão egoísta e tão insensível à majestade de Deus, que a sua santa ira é uma reação natural e correta para nós.


3. Amamos as trevas e odiamos a luz (Jo 3.19-20).
Não somos neutros quando a luz espiritual se aproxima. Nós lhe resistimos. E não somos neutros quando as trevas espirituais nos envolvem. Nós as abraçamos.


4. Nosso coração é duro como pedra (Ez 36.26; Ef 4.18).
Nossa ignorância é uma ignorância culpada, não é uma ignorância inocente. Está arraigada em corações endurecidos e resistentes.


5. Somos incapazes de nos submeter a Deus ou de agradar-Lhe (Rm 8.7-8).
Nossa mente é tão resistente à autoridade de Deus, que não nos submetemos, nem podemos nos submeter a Ele. E, se não podemos nos submeter a Ele, não podemos agradar-Lhe.


6. Somos incapazes de aceitar o evangelho (Ef 4.18; 1 Co 2.14).
O problema não é que as coisas de Deus estão acima da compreensão do homem natural. O problema é que ele as vê como loucura. Perceba que esse “não pode” é moral, e não físico. A pessoa não-regenerada não pode porque não quer. Sua preferência pelo pecado é tão forte, que ela não pode escolher o bem. É uma escravidão verdadeira e terrível, mas não inocente.


7. Somos incapazes de buscar a Cristo ou de aceitá-lo como Senhor (Jo 6.44, 65; 1 Co 12.3).
É moralmente impossível ao coração morto, obscurecido, mau e resistente celebrar o domínio de Jesus sobre sua vida sem que tenha nascido de novo.


8. Sem o novo nascimento, somos escravos do pecado. (Rm. 6.17)
Amávamos tanto o pecado que não podíamos abandoná-lo ou mortificá-lo.


9. Sem o novo nascimento, somos escravos de Satanás. (Ef. 2.1-2; 2 Tm. 2.24-26)
A característica peculiar de pessoas não-regeneradas é que seus desejos e escolhas estão em harmonia com o príncipe da potestade do ar.


10. Sem o novo nascimento, não habita bem nenhum em nós. (Rm. 7.18)
Quando as pessoas usam tudo que Deus fez sem confiar em sua graça e sem o objetivo de glorificá-Lo, elas desonram a criação de Deus. Fazem da criação um instrumento de incredulidade e destroem-na.


Essas são as dez características de nossa condição sem o novo nascimento. Essa é a razão por que temos de ser nascidos de novo. Sem o novo nascimento, nossa condição é desesperadora, e não podemos mudá-la com melhoria moral. Pessoas mortas não melhoram. Antes de acontecer-lhes qualquer outra coisa, pessoas mortas precisam receber vida, precisam nascer de novo.

Por John Piper © Desiring God. Website: desiringGod.org
Resumo extraído da Parte 2 (capítulos 3 e 4) do livro Finalmente Vivos, com trechos do mesmo.
Disponibilizado por: Editora Fiel

Agonia - Leonard Ravenhill

ARREPENDIMENTO. Nossa Única Esperança! - David Wilkerson

31 março 2011

John Piper - Faça Guerra

Paul Washer - A Doutrina Esquecida

O Evangelho é simples!

Pregações com as mais belas palavras, algumas até mesmo desconhecidas por muitos que, em sua simplicidade correm desesperados por ouvir algo, pois necessitam ouvir algo e de fato ele ouvem. Ouvem pregadores eloqüentes, engomados, que deixariam muito filósofos da antiguidade boquiabertos, com a normalidade do uso de um vocabulário vasto em palavras desconhecidas, fazendo com que aqueles que necessitavam ouvir algo, ouçam, mas não compreendam... O evangelho é simples, mas o homem por querer ser achado como sábio, se torna tolo por pensar que sábio é aquele que muito fala, que sabedoria se demonstra através de belas palavras que ninguém as compreendam, pois afinal, se somente você as compreender, isso indica que és o mais sábio. Já dizia uma livro antigo, muito antigo, mas que ainda assim mesmo é atual, pois Deus era, é e é o que há de vir. O mesmo livro que diz essas mesmas palavras que acabo de dizer, também diz que o "Temor ao Senhor é o principio da sabedoria". Aquele que é sábio cuida no falar, sábio não é o que fala muito, mas o sim aquele que, por temer ao Senhor, fala somente o que é necessário ser dito, fala somente aquilo que o Senhor lhe orienta a falar, esse mesmo livro, que vem sendo esquecido por alguns pregadores e por outros negligenciado, se chama Bíblia, a palavra de Deus, esse mesmo livro diz que "até mesmo um tolo quando se cala, se passa por sábio" e que "como maças de ouro em bandejas de prata são as palavras ditas ao seu tempo certo". Busquemo pois, entrar no conselho do Senhor, ouvir o que o Pai tem a dizer e lhe ser fiel a tudo que nos for dito, não usando de palavras de persuasão humana, mas de sabedoria de Deus, guiados pelo Espírito Santo de Deus, para que muitos possam ouvir as palavras que vêem de Deus e que é suficiente para adentrar o coração do homem e trazer mudança e transformação...


Juarez I. S. Júnior (GiBi)

30 março 2011

Recuar? Nunca...

Quando penso sobre a relação do evangelho contra o mundo e a visão de batalha que se descreve na bíblia, que existe entre o Reino dos céus e o Reino das trevas, que é trava por nós, os filhos de Deus, gerados dEle, por Ele e para Ele, afim de que como filhos possamos combater o bom combate, como Paulo fala em suas suas cartas e então guardar a fé, tendo a consciência de que fizemos tudo quanto nos foi proposto pelo Pai, tudo que nos foi direcionados a fazer como filhos nessa terra, tendo sido em tudo obedientes. Quando penso nisso tudo e olho para nós, hoje, que dizemos ser filhos de Deus na terra, mas agimos de comodismo, sabendo que a batalha contra o pecado e o mundo "deve" ser real para nós, como podemos então estar em meio a batalha se nem se quer nos esforçamos para vencer nossos próprios pecados e nossa própria carne?


Precisamos ter a consciência de guerra, mente de guerra. Uma vez ouvi o John Piper em uma de suas pregações dizer algo sobre isso e ele dizia que em uma campo de batalha o soldado se mantém em alerta em todo tempo, que o barulho de uma folha caindo ao chão já era o suficiente para esse soldado saltar com arma em punho, pronto para combater o inimigo. Esse mesmo soldado, não dormia em meio a guerra, as vezes, por vezes, passava noites e noites acordado, revezando o turno de vigia, tendo apenas pouco minutos de sono. Mas sempre tendo um soldado vigiando para que outros pudessem ter alguns minutos de sono e assim trocassem de turno novamente. Com isso me pergunto: quem nesse momento está vigiando? Se todos dormem, quem vigiará?


Estamos cansados de mais para nos mantermos acordados vigiando, para que outros que estão dormindo não sejam mortos. Estamos cansados não porque temos feito muito, mas porque temos feitos coisas que Deus não nos pediu a fazer, sempre que fazemos coisas que não estão programada por Deus, colocamos fardo a mais sobre nós, fardo que Deus não nos colocou, pois a palavra de Deus diz que:

"Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.
Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve."

Mateus 11:29e30


Se Jesus mesmo nos diz que seu fardo é leve, por que nós teimamos em por mais fardo sobre nós mesmo, sendo que o que Jesus nos pede a fazer por mais que nos pareça pesado é leve? Fugimos da batalha, achando que assim, por estarmos "longe" da batalha encontraremos segurança e paz, mas Jesus nós diz que aquele que toma sobre si o Julgo do Senhor esse encontrará paz para sua alma. O lugar físico que nos encontramos nessa terra, não diz que estamos ou não na batalha, estar na batalha é algo que não nos é opcional. Agora, o local na batalha somos nós que escolhemos, podemos ficar quetinhos, sem atacar o inimigo, somente nos protegendo, mas sendo assim, permitimos que o inimigo nos ataque, ataque nossa familia, as pessoas ao nosso redor, corremos o risco de ficarmos para trás, ou podemos ficar na linha de frente, onde o risco de ser atingindo por uma bala e cada vez mais real, porém, estamos "mandando ver" no inimigo e lutamos por um general que já venceu, e que por nós guerreia! Aleluiaaaa!!!


Não seremos atingidos... A nossa proteção é Jesus Cristo, mesmo que morramos nessa terra, não morreremos no Reino. Viemos dEle e para Ele retornaremos, nossa origem é o nosso destino o Reino... Somos filhos de Deus e toda autoridade já nos foi dada pelo Pai! Que façamos uso dessa autoridade e assim como paulo possamos também dizer: "Porque para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro" filipenses 1:21


Recuar? Nunca, acabamos de chegar e a batalha só irá começar...


Precisamos conhecer nosso general, conhecer a suas ordens, seus comandos e segui-los integralmente em todo tempo. Precisamos saber quem somos, quais nossos papéis nessa batalha. Em uma guerra, os agrupamentos militares, seja exército, marinha ou aeronáutica, existem além das patentes, funções a serem desempenhadas: Existem os atiradores de elite, os médicos, os navegadores, os especialistas em comunicações, o especialista em explosivos e assim por diante, cada uma executar seu papel na batalha, para que possam todos obter êxito. Se um desses não cumpre seu papel perfeitamente, ficará mais difícil de se ganhar essa batalha. Assim, nós também precisamos saber quem somos no Reino, qual o nosso papel na batalha, precisamos saber quem somos para Deus, pois somente sabendo quem somos, poderemos desempenhar nos papéis no Reino e assim, avançar cada vez mais contra o inimigo.


Busquemo pois conhece o nosso general que é Jesus Cristo, assim saberemos quem somos, pois as ordem virão dele...


Precisamos vigiar, para que aqueles que hoje dormem, não morram e a seu tempo, acordem e possam se levantarem para também vigiar conosco...


Precisamos nos manter vigilantes, precisamos conhecer nosso general, pois uma guerra não é somente de vigiar, pois também há o tempo de planejar e o de executar o que foi planejado. 


Que Deus abençoe a todos!


Vigiai e orai em todo tempo, guerreai...


Juarez I. S. Júnior (GiBi)